Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Outro Sentido

Outro Sentido

Um post elevado

Depois de uma amiga me convencer a ver 10 minutos da nova novela [agora diz-se novela e não telenovela, enfim, modernices!] da TVI [foi a melhor forma que encontrei de interromper o meu jejum novelístico de mais de vinte anos] fiquei com a ligeira sensação de que aquilo é um copy/paste descarado do Pantanal [sim, sim, é uma (tele)novela brasileira de há algumas décadas atrás e so what?], mas se calhar é só impressão minha. Mudaram o cenário aportuguesando a coisa mas de resto, está lá tudo!

Quit Facebook Day

Sim, é isso mesmo, hoje é "Dia de desistir do Facebook"!

Trata-se de uma campanha  promovida por utilizadores da rede social tendo em vista alertar para as falhas de privacidade que vieram a lume e a intenção é, nada mais nada menos, que pedir aos demais utilizadores que apaguem pura e simplesmente as respectivas contas.

Segundo o Jornal Público, até ontem, cerca de 25.000 pessoas haviam já demonstrado interesse em abandonar a rede social, um nº irrisório para os cerca de 460 milhões de utilizadores em todo  mundo!

Estar de bem com a vida

[via]

Dificilmente me coloco em cima do lavatório [é tão somente uma questão de altura, acreditem] e com franqueza os meus pijamas não são tão giros assim mas, fora isso - e quase com tanto estilo - vive-se assim, incluindo a opinião em relação ao corte de cabelo actual, o pai, a mãe, o irmão, a "mana", a sobrinha querida, os primos (os grandes e os mais pequenos), os tios e demais família, os amigos, os colegas, a gata, a casa, as férias, os fins-de-semana, a música que se ouve e aquela que se dança e, e, e ...

 

É certo que preferia não ter de fazer já de seguida um raio de um telefonema para um cliente ultra melga que me vai fazer as mesmas perguntas pela centésima vez até eu o mandar passear, se pudesse estofar os sofás da sala que estão a precisar, se conseguisse trocar de carro por outro menos poluente e mais modernaço, se não tivesse comido aquele cheesecake ao almoço que me vai pesar na consciência o resto do dia, se vestisse o 40 e não o 42, se os sapatos da Hera existissem em tamanho acima do 39 (e que este não o fosse para pigmeus), se a minha casa se vendesse de uma vez por todas, se conseguisse efectivamente ir a Berlim em Outubro, se não me desse um ataque destruidor quando resolver - mais logo - provar os bikinis que ontem arranquei ao fundo do armário.

 

Mas isso são as ninharias das quais se sente a falta aos 40 mas às quais se dá, agora, tanto valor como aos 5.

 

Como é que diz a miúda? ... "I like my LIIIIIIIFFFFEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE, YEAH, I can do anything gooooodddd" (visualizar metro e oitenta em cima do lavatório com pijama às riscas a abanar os caracóis].

Saúde em tempos de crise

São sintomas da crise e recursos que se vão tornando, saudavelmente, comuns e normais com a mais valia ainda de que, via de regra, o atendimento e os resultados são excepcionais.

 

Ainda este fim-de-semana falava com uma amiga que usa frequentemente as consultas da Faculdade de Medicina Dentária de Lisboa e que me dizia que acha os médicos dentistas que a atendem extraordinariamente competentes e simpáticos. A diferença nota-se na sala, que o é em open space dividido por cortinas que assim fazem as vezes de gabinetes de atendimento. Fora isso, as consultas são extraordinariamente mais baratas e tudo indica que há cada vez mais pessoas a recorrer a elas.

 

O recurso já chegou também - com mérito - a especialidades esquecidas da medicina como é o caso da psicologia. Nesta área, o projecto da Oficina de Psicologia é um exemplo que se impõe divulgar.

 

Em Portugal a consulta de um Psicólogo não só não é barata, como nunca é comparticipada. Quem se vê na necessidade de recorrer a este tipo de apoio debate-se, entre outros, com o problema do (absurdo) do esteriotipo qualificativo - tão ao gosto desta sociedade em que vivemos na qual qual a psicoterapia é coisa de gente fraca ou maluca - mas também com a necessidade de ponderar prioridades finaceiras que relegam sempre para último lugar a consulta, tantas vezes, por demais necessária.

Pág. 1/5

Mais sobre mim

foto do autor

Arquivo

  1. 2017
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2016
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2015
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2014
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2013
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2012
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2011
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2010
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2009
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D

The New Yorker

Frida Kahlo

Small things

Wise Words

canto de leitura

Your house

Flower Power

Odeio o acordo ortográfico

License

Licença Creative Commons
obra licenciada com uma Licença Creative Commons - Atribuição 4.0 Internacional.