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Outro Sentido

Outro Sentido

Personagens da história universal

Discussing the Divine Comedy with Dante
Discussing the Divine Comedy with Dante

É só clicar na fotografia e depois seguir os links de cada personagem identificada no quadro. Uma ideia brutal e um trabalho exaustivo e aglomerador bem interessante! Os links estão feitos para a Wikipédia que é sabido nem sempre ser fiável mas não deixa de ser uma ideia meritória, abrangente e bem conseguida.


Que a tua música de hoje seja a minha imagem largada no teu caminho

 

 

On me dit que nos vies ne valent pas grand chose,
Elles passent en un instant comme fanent les roses.
On me dit que le temps qui glisse est un salaud
Que de nos chagrins il s'en fait des manteaux

 

Pourtant quelqu'un m'a dit
Que tu m'aimais encore,
C'est quelqu'un qui m'a dit que tu m'aimais encore.
Serais ce possible alors ?

 

On dit que le destin se moque bien de nous
Qu'il ne nous donne rien et qu'il nous promet tout
Parait qu'le bonheur est à portée de main,
Alors on tend la main et on se retrouve fou...

 

Coisas verdadeiramente importantes

Já alguém conseguiu perceber que raio de moda é a deste ano? Uma aproximação aos anos 80, com notas dos anos 90 e toques dos anos 70 que é uma salada incaracterística que não serve coisa nenhuma....

Um par de calças pretas que não sejam nem afuniladas nem estrelicadas e em que o "L" não sirva apenas a uma Barbie mas, lamentavelmente, a uma mulher de 39 anos, com metro e oitenta e ancas largas, isso arranja-se "adonde", hein?

E já agora uns sapatinhos com salto inferior a 20 cm também davam jeito, é que os meus joelhos já não se compadecem com correrias a caminho do Tribunal empoleirada em andas de equilibrio instável.

 

Grata pela atenção...

Em terra de cegos, quem tem olho é Rei

Sou uma fan incondicional da Revista Gingko.

Assinei-a e espero-a mensalmente com genuíno entusiasmo.

De facto, entusiasmo é o que salta daquelas páginas, lado-a-lado com o optimismo, o cuidado ambiental, o sentido de oportunidade, o olhar na direcção oposta à corrente e a vontade de outras formas de vida.

Na edição deste Mês, entre muitas outras coisas, fala-se das oportunidades que saem da crise, da ideia de que os momentos de aperto aguçam o engenho, do empreendedorismo pessoal capaz de vencer obstáculos e gerar trabalho e emprego. Em particular fala-se dos ovos de colombo, dos negócios óbvios escondidos debaixo do tapete.

É o caso desta empresa, a solução de dois amigos para as sobras de revistas que vendem em pacotes para as salas de espera da mais variada natureza!  A ideia elementar e ecológica que de tão simples que é, nunca ninguém a pôs em práctica (em Portugal pelo menos, pois ao que parece já existe na Bélgica). Não há ninguém que não se sente numa sala de espera e procure revistas para folhear, sobretudo aquelas em que jamais gastariamos um cêntimo que fosse para comprar. A ideia é brilhante e, pelos vistos, resultou em sucesso.

Há pouco tempo, num jantar de família, comentavam-se algumas cenas do Slumdog Millionaire e elegemos a cena dos sapatos e das fotos no Taj Mahal como uma das mais emblemáticas do filme. Entre nós, houve quem dissesse que, os Indianos eram os grandes comerciantes dos nossos tempos, aqueles que à necessidade simples de comer, inventam negócio onde outros jamais o veriam.

É precisamente da globalização dessa ideia que fala a reportagem, o nascimento de uma nova geração de profissionais, gente entre os 11 e os 32 anos, perfeitamente globalizados e integrados no mercado de trabalho mas que se caracterizam por:

  1. Prezarem a liberdade e a liberdade de escolha
  2. Quererem personalizar as coisas, torna-las deles
  3. Serem colaboradores naturais, gostarem de conversa e não de conferências
  4. Escrutinarem o cliente
  5. Insistirem na integridade
  6. Quererem divertir-se, mesmo no trabalho
  7. Sentirem-se bem na velocidade  (o chamado quem corre por gosto não cansa)
  8. Acharem com naturalidade que a inovação faz parte da vida.

Como diz o fantástico Padre Vasco Pinto Magalhães, "onde há crise, há esperança", esperança de gente melhor a integrar a massa do mercado de trabalho.

 

 

catarse

Tem-me ocorrido nestes dias o alcance dos pequenos gestos ou, mais ainda, a coragem tremenda da omissão.

O que é um herói? Um ser à parte, ilustre porque excepcional nos seus feitos de grande bravura. Normalmente, imaginamo-lo musculado, bravo no confronto, isento de medos e valente perante os perigos.

Mas existem outras coragens, mais subtis, mais interiores, menos expostas e não menos firmes por isso. Falo da constância do ânimo, da perseverança com que se abraça o que é difícil e, a esta luz, a coragem pode ser de calar, de dizer "não" (palavra tão difícil de usar), de renunciar, de nada fazer, de acreditar, de não desistir, de assumir.

Às vezes, é neste estrado fora de palco que a coragem se revela, na ausência de protagonismo, a escolha do terreno de bastidores, "agrafar" as palavras dentro da boca e implodir a emoção dentro do corpo, vestir a verdade que está cá dentro e assumi-la de peito aberto, tudo por militância àquela sedimentação de vida que nos moldou, à intimidade do que somos e que se revela na forma como nos relacionamos.

Diz Novalis que "um carácter é uma vontade perfeitamente cultivada", aquela que se destruiu e autoconstruiu, aquela que se informou, experimentou, conheceu, tropeçou e perdoou. Aquela que se ergueu, insistiu, distinguiu. Aquela que viveu, conheceu e optou. É nas escolhas que nos vamos definindo e só quem cá  anda a "ver passar os carros eléctricos", não saberá o quão difícil é escolher, fazê-lo na consciência, fazê-lo em algo mais que um hedonismo que satisfaz mas não preenche, que é gozo e deleite mas que não ocupa espaço vital. Agir ou omitir nessa escolha é, por vezes, um tremendo acto de coragem e esta também se aprende.

Los abrazos rotos

Porque há muitas vidas a viver na única que nos é dada e porque aí se escondem, às vezes, passados mal resolvidos e futuros incertos. Um puzzle que se vai construindo ao melhor estilo de Almodovar e em que os abraços desfeitos - no amor, na amizade, na dor - se enlaçam no fim que evoca outras mulheres do imaginário cinematográfico do realizador.

E a Penelope, claro, belíssima, como o é sempre que actua em espanhol.

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